Caiaque Inflável 2

Como foi um fracasso a aquisição anterior do caiaque inflável, resolvi comprar outro. O modelo escolhido dessa vez foi o caiaque  Sevylor K1 Pointer. Este é um caiaque bem melhor que o anterior.

Caiaque Inflável Sevilor

Ainda não testei. Mas inflei ele em casa e me pareceu muito bom. O material parece ser bem resistente. As boias são protegidas por uma camada de vinil bem espessa, possui um bagageiro externo e outro interno. Pode ser lacrado para não entrar água durante a remada. Uma característica que me pareceu muito boa é que ele possui uma quilha, como os caiaques rígidos. Mas é um caiaque que não serve para pescaria. Mas me parece ser muito bom pra corredeiras, que é o meu foco. O preço é bem maior que o anterior.

Veja aí mais uma fotos que mostra a proteção para não entrar água.

Caiaque Inflável Sevilor 2

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Caiaque Inflável

Pessoal, acabei de adquirir um caiaque inflável. É um modelo barato, bem acessível. Segundo as informações que obtive a respeito dele é que é muito prático, pois é fácil de transportar. Mas tem muito arrasto, ou seja é pesado pra remar. Vou testar ele na próxima descida, no rio preto ou tocantinzinho (não decidimos ainda), na Chapada dos Veadeiros onde será a próxima descida. Vou avaliar o desempenho e qualidade e posto aqui. Veja aí fotos dele. Se alguem conhecer e tiver opinião a respeito posta aí.

Caiaque Inflável K1

 

Bom, eu mesmo vou postar minha opinião. Devolvi. Quando cheguei em casa que fui testar, estava rasgado, sujo e molhado. Ou seja já tinha sido usado e danificado. Aí devolveram na loja. Comprei no supermercado Extra de Goiânia. Venderam um produto usado e danificado. Como tava na caixa só fui abrir em casa. Uma merda. Agora to sem caiaque inflável.

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Descida do Rio Verde

 

É galera… Olha a gente aí de novo… Desta vez na cidade de Carmo do Rio Verde, Goiás. Bem dentro da cidade. O Alessandro na esquerda eu no centro e o Ricardo, que tava iniciando neste esporte, na direita. O Dudu atrás da câmera.  Nosso trajeto desta vez, vai de Carmo do Rio Verde até Ceres. Saí de Goiânia no dia anterior, passei a noite em Ceres e encontrei com a turma por volta de sete horas próximo ao nosso ponto de chegada, ondei ia deixar meu carro. Veja aí abaixo nosso trajeto.

 

Pauleira eim? Percorreremos aproximadamente 24 km no rio verde até a barra do Rio das Almas, onde percorreremos mais 6 km. O inicio não foi muito bom. O Rio Verde dentro  da cidade tá muito poluído, um mau cheiro terrível. Tivemos que entrar no caiaque com todo cuidado pra não cair na água. Tive tanto cuidado que quase tombei o caiaque. Mas faz parte do esporte.

Ainda com todo cuidado pra não encostar na água…

Vejam só esta ponte em madeira; Toda construida com toras de Aroeira, deve ter mais de 50 anos e tá firme. Fica dentro da cidade. Engenharia interessante nesta época do aço e concreto..

Na foto acima eu e o Dudu, o Cowboy do caiaque. Colete salva vidas pra ele é bobagem…

Neste ponto a água já estava mais limpa. Já estávamos bem longe da cidade. Até o momento não havíamos encontrado nenhuma corredeira digna de emoção. Mas a paisagem compensava o esforço.

Finalmente começaram a aparecer algumas corredeiras. Nada muito grande, mas tava melhorando. Essa aí eu desci duas vezes, pra aproveitar bem…

Mais uma foto da turma remando. Neste ponto a água já estava bem limpa. A água vai limpando a medida que se afasta da fonte poluidora. Interessante… A natureza tentando corrigir as merdas (literalmente) que o homem faz… Aqui já víamos peixes de várias espécies. O Dudu viu até uma arraia.

O rio tava aumentando de o tamanho. Neste ponto já estávamos a uns quinze km do ponto de partida.

Mais uma pequena corredeira pra dar emoção… Teve remador que tombou aí…

Mais uma foto do trecho.

Casa na beira do rio… Vimos muitas casas, muitas bombas de irrigação e pouquíssima mata ciliar. Este rio está fadado a ser destruído… Mas a natureza continua inssistindo em sobreviver. A quantidade de peixes que a gente via era muito grande.

 

Neste ponto já estávamos a uns vinte km da cidade. Paramos pra nadar, comer e descansar um pouco. A água estava bem limpa e cristalina. O fundo era de grandes pedras e areia. Muito bom. Neste momento todo o cansaço vai embora e leva o stress da vida da cidade grande. Faz tudo valer a pena.

Encontro do Rio Verde com o Rio das Almas. Muiiiita água.

Já descendo o rio das almas. Neste ponto tava bem tranquilo. Mas a corrente já ajudava bastante. Tava rendendo muito.

Alguém fincou uma faixa alertando pra uma corredeira muito grande a frente. Dizia “PERIGO – Obstáculo natural a frente”. Foi o ponto alto do passeio. Uma corredeira muito grande. Paramos analisamos e decidimos que íamos encarar. O alessandro foi na frente pra poder filmar a descida dos outros. Foi muito bom. Meu caiaque  era um tipo de caiaque instável, porém de grande manobrabilidade, isso dificultou bastante minha descida. Mas foi bom demais. Veja ela aí. Tinha um pescador numa ilha lá no meio…

Rio Verde 16

 

Os caras pareciam que não tava acreditando que a gente ia encarar a corredeira naquelas canoinhas. Pararam de pescar pra olhar. Veja algumas fotos deste trecho. elas estão meio tremidas mas dá pra ver…

Rio Verde 18

 

quase virei o caiaque neste ponto..

Rio Verde 19

 

abaixo o Ricardo descendo com o remo quebrado. É ele sentou em cima do remo e quebrou o remo. Não sei, não sei porque ele sentou em cima do remo…

Rio Verde 20

 

Chegando ao nosso destino. A cidade de Ceres. Parece que desta vez vai ser bem mais fácil sair da água com os caiaques…

Rio Verde 17

 

Expedição Rio Verde cumprida.  Nota 10. Boa de mais. Nem precisei tomar remédio pra dor a noite.

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Descida do São Patricio

Esta foto foi tirada na cachoeira do rio Corumbá, na viagem de ida para a Uruaçu pra descida do São Patrício. Fui de moto… parei só pra fazer esta foto. 3 horas e meia de viagem.

Descida Sao Patricio 1

 

Descida Sao Patricio 2

 

É isso aí pessoal, estamos ai, às margens do rio São Patrício, próximo a Itapaci, por volta de 8 horas, nos preparando para mais uma expedição. A água tava absurdamente fria para esta época do ano.  Tava criando coragem de deslizar com o caiaque pra dentro da agua.
Mas não teve jeito, Estávamos aí pra isso. Iniciamos a descida 8 em ponto. Eu, o Dudu, o Alessandro, o Renato, o Jader e o Marlon. A turma de remadores de Uruaçu.  Veja aí o trajeto que vamos fazer, aproximadamente 28 km.Rio Verde 2

 

Olha a turma reunida Rio São Patricio 4

Uma pausinha para o almoço (paçoca de carne seca) de frente para este Ipê Amarelo…Rio São Patricio 5

 

O rio era muito calmo, pouca água, exigia remo constante. Muito cansativo. Numa das poucas corredeiras que encontramos eu tombo o caiaque. Passei vergonha…Rio São Patricio 7

 

Como eu disse, estava muito cansativo, tinhamos que remar o tempo todo. A corredeira não ajudava muito. Por volta de quatro horas só pensava em chega na ponte da Br 153, que era nosso destino. Até que enfim começavamos a escutar os motores dos caminhões. Meu braço já não tava funcionando mais. Também nós já estávamos remando a quase oito horas seguidas.  Até que enfim chegamos na ponte. Mas ainda tinha uma última tarefaRio São Patricio 6

 

que era subir esta este barranco. O caiaque que pesa 20 kilos parecia que tava com 50.

Mas deu certo. Mais uma expedição concluída.

 

 

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